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27.07.2010Soja - Mercado Interno - Preços começam a semana em baixa em algumas praças brasileiras
Soja - Mercado Interno - Preços começam a semana em baixa em algumas praças brasileiras
A semana começou com fortes quedas nas cotações da Bolsa de Chicago para o mercado da soja e os preços do mercado interno encontraram suporte na alta do dólar.
O mercado da soja teve um dia com poucas negociações no mercado interno. A bolsa de Chicago terminou o dia em forte queda de aproximadamente 19 pontos. Mas os preços da soja no disponível não sofreram grande desvalorização, já que o dólar fechou em alta. Em média, as quedas não passaram de R$ 0,50 em praticamente todas as praças do país. Já em algumas regiões de Minas Gerais, os preços foram mais altos comparados aos de sexta-feira (23), devido à grande procura da mercadoria pelos compradores. Em Mato Grosso, segundo dados do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola), as vendas da oleaginosa totalizaram 15,6% da safra da atual temporada estimada pela entidade em 18,289 milhões de toneladas.
No estado paranaense, o mercado da soja fechou o dia em baixa, com apenas especulações na maioria das praças do estado. No porto de Paranaguá o preço de referência foi de R$ 42,00, mas houveram indicações de R$ 41,80. Em Ponta Grossa as conversas giraram em torno de R$ 39,30 e R$ 39,50 para o comprador. Em Maringá, no norte paranaense, a saca no disponível foi cotada a R$ 38,00. No oeste do estado, em Cascavel, a indicação foi de R$ 37,50. Em Campo Mourão o preço da oleaginosa foi de R$ 38,00 por saca e em Guarapuava variou entre R$ 38,70 e R$ 39,00.
No Rio Grande do Sul, a segunda-feira foi de preços com leves quedas em algumas praças e poucas negociações. No porto do Rio Grande, a saca da soja sofreu desvalorização de R$ 0,40 e fechou o dia em R$ 42,60, para o futuro o valor foi de US$ 22,00. Em Missões o preço se manteve estável, com indicação de R$ 40,00. No Planalto Central o valor para o comprador foi de R$ 40,00. Em Cruz Alta o preço de referência foi de R$ 40,00 no disponível.
Em São Paulo, as negociações deram uma esfriada e as indicações não sofreram modificações. No porto de Santos, as conversas giraram em torno de R$ 40,00 no disponível e para março/abril de 2011 a indicação foi de US$ 22,00. Em Rancharia pouquíssimos negócios foram vistos e o preço de referência foi de R$ 40,00. Para Rancharia e Ourinhos, a indicação ficou em R$ 40,00 para o comprador.
Em Mato Grosso, a segunda-feira foi de preços mais baixos no mercado da oleaginosa. Em Rondonópolis, as indicações ficaram na casa dos R$ 36,20 no disponível e US$ 16,00 para entrega em março de 2011. Em Sorriso, falou-se em R$ 32,20, para entrega imediata. Em Sapezal, compradores ofertaram R$ 33,80, também no mercado spot. Em Lucas do Rio Verde, a saca disponível foi cotada a R$ 32,50.
No Mato Grosso do Sul a segunda-feira foi de preços com leves baixas, com mercado travado. Em Dourados, a ideia de preço chegou a R$ 35,50, sem ofertas de venda. Em Chapadão do Sul, preços de referência em torno dos R$ 35,30. Em São Gabriel do Oeste, preços na casa dos R$ 35,00. Em Campo Grande, a conversa era de R$ 35,80.
Em Goiás, a semana teve início com pouco movimento no mercado do grão. Em Rio Verde, preços ao redor dos R$ 35,50 no disponível, no mercado futuro a pedida era de R$ 33,50 para março e R$ 34,50 para maio, com ofertas de compra a R$ 33,00 e R$ 34,00, respectivamente. Em Chapadão do Céu, o preço balcão era de R$ 32,00 e US$ 17,80 para fevereiro, sem negócios reportados. Em Jataí, preços perto dos R$ 36,00 no disponível. Em Brasília as cotações seguem firmes, preços de até R$ 37,30 no disponível.
Em Minas Gerais, o mercado do cereal esteve calmo e com algumas negociações. Em Unaí, o valor da saca caiu R$ 0,50 devido às quedas do mercado e fechou o dia em R$ 37,00. Em Uberlândia e Uberaba ocorreu o contrário da tendência do mercado. Os preços de referência nessas praças subiram devido à grande procura pelo cereal, e ficaram em R$ 39,00 para ambas.
Na Bahia, em Luis Eduardo Magalhães, a segunda-feira foi parada e com pouquíssimas negociações. O preço da saca foi vista no valor de R$ 35,50 e de US$ 18,00 para o futuro. No Maranhão, em Balsas, a tarde esteve calma e com negócios apenas fixação de mercado. A preço de referência para o comprador foi de R$ 34,00 no disponível e de US$ 16,90 para maio de 2011.
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